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segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Revirar olhos...em looping

Lido por aí:
"na maioria das grandes cidades, as periferias são tradicionalmente ocupadas por bairros sociais, pessoas sem vontade de trabalhar, acho que me faço entender. MAS, atenção ao "MAS", isso não significa que as periferias sejam unicamente habitadas por bandidos, significa que é um fenómeno geográfico que acontece dentro e fora de Portugal, não fui eu que inventei."

Orlando Ribeiro deve estar a dar voltas no túmulo. Já eu hesito entre soltar uma boa e sonora gargalhada ou partir para a desconstrução deste argumento. Mas depois lembro-me que esta é uma casa serena e acho que vou ficar apenas pelo revirar de olhos...

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

A graciosidade de um elefante numa loja de porcelanas

Teres de chamar alguém mais elegante do que tu (não é difícil), para te tirarem o carro do estacionamento, porque os condutores dos veículos adjacentes não deixaram uma distância razoável para conseguires abrir as portas e entrares no teu próprio carro.

A-D-O-R-O fazer figuras tristes em público...

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Momento lúdico do dia

Aquele em que te deparas com um anúncio a pedir colaboradores para part-time de 36h semanais… Nem quero imaginar o horário dos desgraçados que trabalham a tempo inteiro.

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Doces ou salgadas?

Diz que o PR vai hoje voltar a falar ao país. Até calha bem, que há já muito tempo que não faço pipocas.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

A Oeste nada de novo #3

Ainda bem que o Cavaco considera que uma das competências do PR é a promoção da estabilidade governativa. É que olhando para o discurso que proferiu, nem quero imaginar se ele tivesse outra ideia em mente. Afinal, apenas fez o que toda a gente já sabia que iria fazer, mas com mais inépcia, regando bem a coisa com gasolina e deixando o rastilho aceso. Nada de novo, portanto.

sexta-feira, 29 de maio de 2015

É para ficarmos optimistas?

“Lembra-se da última vez que a economia portuguesa cresceu seis trimestres seguidos?” Sim, sim… estou aqui que nem posso, a dar pulos de contente. Mal posso esperar pela saída da Grécia do euro.

sexta-feira, 13 de março de 2015

Atendendo ao estado geral das coisas

E ao rumo da minha vida em particular, não sei se será prudente pôr o pé fora de casa hoje.

terça-feira, 10 de março de 2015

A vida, essa comediante motivacional

Poderia falar de como fiquei empanada com o carro. Ou de ter partido um dente. Ou de ter provavelmente apanhado uma multa, isto apenas nas últimas 24h. A continuar assim talvez seja melhor enfiar a cabeça debaixo da almofada, a tal que não me deixa dormir, e esperar que esta onda de azar se vá embora. Ou ir à bruxa, já nem sei. Vou só ali apanhar um bocadinho de ar (e esperar que não me caia nada em cima) e já volto. Ou não.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

O fim do mundo em cuecas

As novas ideias de negócio criadas a partir das plataformas web. A-D-O-R-O. Normalmente dão origem a umas boas gargalhadas.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Hã?


Parece que anda tudo num reboliço com um tal de Franquelim. Pois não entendo tamanho alvoroço. Atentem que o senhor esteve envolvido no BPN. Querem melhor recomendação para secretário de Estado do Empreendedorismo?

terça-feira, 27 de novembro de 2012

É a crise, estúpida! #2

Acabo de ver um anúncio para a apanha de brócolos e couve-flor onde se pede “experiência comprovada na função”. E fiquei para aqui a pensar como é que raio se comprova experiência numa função destas. Coloca-se à frente do candidato um conjunto de legumes e pede-se para o candidato selecionar os brócolos e as couves-flor? Pedem-se referências a algum agricultor? Pede-se a alguém para nos fotografar a escolher orgulhosamente um brócolo? Há cursos de formação para a apanha de brócolos e couve-flor? E passam certificado? Toda eu sou dúvidas...

domingo, 25 de novembro de 2012

Enquanto isso

Eu sou uma sortuda. Tenho o privilégio de passar por experiências que poucos outros mortais se poderão gabar. Não digo que sejam melhores ou piores, mas são certamente peculiares. O colorido do meu dia-a-dia pinta-se ao gosto de quem lá em cima mexe os cordelinhos, sendo certo que quem o faz tem um sentido de humor de traço fino, por vezes tocando a ironia, outras roçando o humor negro. Mas, se eu o divirto com os meus malabarismos, tanto melhor, afinal somos todos uns peões, não é verdade? Pois agora o que eu realmente gostava de saber é como é que vou conseguir expulsar o incómodo hóspede que resolveu fazer do meu telhado o seu doce lar e que há 4 noites que não deixa ninguém dormir.
Isso é que de facto me anda a tirar o sono.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Coisas que me apraz dizer neste momento

Quando numa próxima entrevista, sobretudo se resultar de um anúncio do IEFP, me perguntarem pela experiência profissional vou simplesmente responder: Vera Pereira, muito prazer!

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Pi(s)adas

Andava para aqui a ver mestrados e dou por mim a pensar em seguir as pi(s)adas do Relvas: ora com uma licenciatura pré-Bolonha, uma pós-graduação com média de 16 e 12 anos de experiência profissional na área é capaz de dar para um doutoramento na Lusófona, não? Hã?
Ah… espera! Falta-me a parte do folclore. Bolas!

terça-feira, 12 de junho de 2012

Bruxas

Eh pá, vocês já me deslargavam, não? É que paciência tem limites e a minha, que é sobejamente conhecida por ser finita e pequenina, já está a trabalhar em sobre esforço para compensar (e não começar eu a descompensar). Toda esta história das coincidências é muito gira, muito engraçada, ai a simultaneidade dos acasos e tudo e tudo e tudo, mas (e sublinho o “mas”) chateia-me, aborrece-me de sobremaneira, quando o universo se organiza para literalmente me deixar na penúria. Há quem consiga viver com o mínimo, mas senhoras, eu ainda preciso do essencial: comida, casa, água e luz e uma vez que não posso pagar com palavras, seria simpático de vossa parte, ir atazanar para outra freguesia. Vá, ide, ide….e não volteis.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Morning Picture

Chove copiosamente. Páro o carro e corro o fecho do kispo. Limpo a janela embaciada e espreito. Lá fora tenho o meu sogro já de chapéu-de-chuva aberto em punho. Suspiro aliviada. Afinal já não tenho de tirar o puto à chuva, pensei. Saio apressada para abrir a porta e a meio da tarefa herculiana que é a de tirar um matulão de 12 kg adormecido, desprende-lo dos cintos e aconchega-lo a mim com uma manta, eis que reparo numa incómoda frialdade que se vai instalando em mim, começando nas costas e acabando nos sapatos. O cabelo começa a escorrer água e qualquer semelhança entre mim e um pinto ensopado já não é coincidência. Nesse momento percebi que o meu sogro e eu tínhamos ideias completamente contrárias quanto à utilização daquele chapéu-de-chuva. Eu pensava que seria para nos abrigar a todos. Ele nem por isso. Aliás eu nem sei o que estaria ele a pensar. Ou se pensou de todo. Ou se pensou que eu iria pensar por ele. E pensando agora melhor, mais vale não pensar mais nada. A bem da harmonia familiar. Penso eu…

quinta-feira, 29 de março de 2012

Eh pá, a sério?

Parece que (pasme-se!) as receitas dos impostos sobre consumo e os custos com o aumento do número de desempregados ameaçam ser o novo buraco orçamental do governo. Diz que as receitas fiscais estão a evoluir abaixo do previsto (ah...quem diria?), tendo o IVA recuado 1,1% quando o governo estimava uma subida de 12,6% para a totalidade do ano (Tchinapá… não pode!).

A esta hora PPC deve estar a coçar a cabeça, olhando para os números, algures entre o incrédulo e o pasmado: Eh pá, a sério?

quarta-feira, 28 de março de 2012

A conversa de caserna ou a arte de passar o tempo

Hesito. De manhã o meu coração pende mais para a boataria, essa saudável forma de perder tempo, versando sobre assuntos sobre os quais gostaria de saber mais (e não sei) ao mesmo tempo que pratico o desporto de tirar nabos do púcaro (no qual nunca tive grande sucesso), dando também ouvidos à vulgar conversa de caserna. Da parte da tarde, como a informação não circula e continuamos na base da boataria, descubro as mais variadas formas de passar o tempo fazer de conta que estou muito ocupada, com trabalho a rodos, desmultiplicando-me em mil e uma tarefas absolutamente desnecessárias e completamente irrelevantes. Haja então paciência que a sanidade já é praticamente nenhuma.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Tendências Primavera-Verão 2012

Com a inflação a subir para os 3,6% e a taxa de desemprego a bater recordes e situar-se nos 14,5%, antecipo que a peça desta estação será a tanga.