segunda-feira, 23 de dezembro de 2019
Ai, o Natal, o Natal...
- Porquê?
- Se não como é que o Pai Natal sabe que estamos em casa?
(...)
- Mãe, como é que achas que o Pai Natal distribui as prendas? É por ordem alfabética?
(...)
- Mãe, mas como é que o Pai Natal consegue distribuir prendas para todos os meninos ao mesmo tempo? Somos tantos!!
(...)
(Desconfio que este será o último ano em que, algures durante a noite, se ouvirá um som parecido com o das renas a cruzar o céu...)
segunda-feira, 17 de julho de 2017
E que tal agora?
A idade trouxe-me muita coisa, mas sono na véspera de começar um novo trabalho não foi uma delas...
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
Se a vida te dá laranjas…
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Ave Maria
terça-feira, 18 de agosto de 2015
O universo é pequeno demais
sexta-feira, 26 de junho de 2015
Dias azuis I
sábado, 30 de maio de 2015
Tão bom!
Há tanto tempo que eu não soltava as amarras assim...
quinta-feira, 12 de março de 2015
Das coisas que nos tocam
terça-feira, 9 de julho de 2013
Ainda mexe
segunda-feira, 29 de abril de 2013
C'um caneco!
Pois, parece que consegui arranjar trabalho! Temporário mas com valores bem acima das minhas mais optimistas expectativas. C'um caneço! YES!!!!! Caramba, que ainda estou a hiperventilar.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Show me the place
Hoje esta música tomou conta de mim. Parei o que estava a fazer e dei-lhe a minha total atenção enquanto tocava. À medida que sua voz me aconchegava a alma, um longo arrepio percorria o meu ser. Pousei a caneta. Fechei os olhos e deixei que este senhor me mostrasse o que é ser magistral, o que é aliar a melodia à beleza da palavra.
Hoje apaixonei-me outra vez.
terça-feira, 27 de julho de 2010
Quando sais à rua pela manhã
domingo, 23 de maio de 2010
Do silencio #4
Foto daqui
terça-feira, 27 de abril de 2010
Se a vida te dá limões...
domingo, 17 de janeiro de 2010
Do número 2
domingo, 6 de dezembro de 2009
Por vezes...
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Quietude
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Notas de um dia qualquer
sexta-feira, 27 de março de 2009
Retratos de uma outra urbanidade
Sempre gostei da paisagem à beira rio. Os retratos de tempos idos em que as pessoas se banhavam sem receios nas margens do Tejo sempre me fascinaram. Fazem parte daqueles momentos que, embora não tendo presenciado, me transmitem contudo alguma nostalgia. Talvez por pensar que pertenceram a tempos menos complicados, mais pueris, envolto nas simplicidades das vontades singelas.
Eis senão quando sou surpreendida pela naturalidade de uns miúdos que tendo o Verão dado os primeiros sinais de vida, resolveram fazer algo para combater o calor da hora de almoço. E mesmo com calções de banho improvisados e sem toalha é vê-los a tomar banho nas águas do Tejo. Considerações à parte quanto à qualidade das águas e aos perigos da corrente, não pude deixar de sorrir.
Cristalizasse eu esses momentos a sépia e poderia sem grande dificuldade guardar um bocado de tempo suspenso que facilmente poderia ser confundido com esses retratos de tempos mais longínquos...






